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	<title>Comments on: Contra uma Linguagem Sexista</title>
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	<description>Astronomia, literatura, viagens e outros hobbies e interesses</description>
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	<item>
		<title>By: Vinicius Massuchetto</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-514</link>
		<dc:creator>Vinicius Massuchetto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 15:42:13 +0000</pubDate>
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		<description>E eu estava contando uma história para alguns amigos neozelandeses:

 - &quot;Cara, e ontem vi @ colega de quarto pelad@!&quot;
 - &quot;Ai meu Deus! Creeeeedo!&quot;
 - &quot;Mas era uma mulher!&quot;
 - &quot;Puuuutz! Que massa!!!&quot;

É. Falta de gênero em uma língua atrapalha mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E eu estava contando uma história para alguns amigos neozelandeses:</p>
<p> &#8211; &#8220;Cara, e ontem vi @ colega de quarto pelad@!&#8221;<br />
 &#8211; &#8220;Ai meu Deus! Creeeeedo!&#8221;<br />
 &#8211; &#8220;Mas era uma mulher!&#8221;<br />
 &#8211; &#8220;Puuuutz! Que massa!!!&#8221;</p>
<p>É. Falta de gênero em uma língua atrapalha mesmo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Kátia</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-246</link>
		<dc:creator>Kátia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 12:07:28 +0000</pubDate>
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		<description>é muito simples, comissário: basta criar designações para o gênero &quot;tanto faz&quot;. :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é muito simples, comissário: basta criar designações para o gênero &#8220;tanto faz&#8221;. :P</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: raphael</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-231</link>
		<dc:creator>raphael</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 12:05:36 +0000</pubDate>
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		<description>Felipe (o do comentario), realmente é exagero pensar que a sociedade é machista em função disso, porém eu acho que o ponto do texto e da preocupação com a lingua é: até onde isso perpetua o machismo (e o sexismo, racismo e outros ismos) da sociedade ??

enquanto fala, é mais simples referir-se a um gênero específico porque normalmente sabemos de quem estamos falando, mas enquanto escrita eu acho muito válido dar um passo a mais e ter um pouco mais de esforço para construir um texto independende de gênero.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felipe (o do comentario), realmente é exagero pensar que a sociedade é machista em função disso, porém eu acho que o ponto do texto e da preocupação com a lingua é: até onde isso perpetua o machismo (e o sexismo, racismo e outros ismos) da sociedade ??</p>
<p>enquanto fala, é mais simples referir-se a um gênero específico porque normalmente sabemos de quem estamos falando, mas enquanto escrita eu acho muito válido dar um passo a mais e ter um pouco mais de esforço para construir um texto independende de gênero.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Felipe Mobus</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-218</link>
		<dc:creator>Felipe Mobus</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 15:21:10 +0000</pubDate>
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		<description>Enquanto eu ache o problema interessante se acreditarmos na hipótese Sapir-Worph (língua limita/molda pensamento), eu não vejo porque ir grandes distâncias para contornar isso, uma vez que é exagero pensar que a nossa sociedade é machista em função disso. As soluções são bem &quot;cumbersome&quot;, servindo mais para poluir o texto do que combatar um suposto machismo. Por arroba @ é terrível, grita em qualquer texto, sorry. botar (a) entre parêntese, não se esquecendo dos pronomes, que devem concordar, também é feio pacas.

Eu vejo a questão da escolha de equalizar o gênero desconhecido ao masculino como uma decisão de sonoridade e simplificação, como muitas outras na nossa língua. A única opção que não soaria forçada, que poderia ser transportada para a língua falada, seria adotar uma desinência diferente para gênero neutro ou desconhecido. Talvez como já vi por aí, chamar a criança/jovem de gênero indefinido de &quot;menine&quot; por exemplo. Mas nem sempre funcionaria: no caso acima, ficaria &quot;peça conselho ao seu administradore&quot;; o que se faz do artigo e do pronome possessivo? Além disso, isso ia ficar muito parecido (sonoramente) com italiano... e eu não sei gesticular como eles :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto eu ache o problema interessante se acreditarmos na hipótese Sapir-Worph (língua limita/molda pensamento), eu não vejo porque ir grandes distâncias para contornar isso, uma vez que é exagero pensar que a nossa sociedade é machista em função disso. As soluções são bem &#8220;cumbersome&#8221;, servindo mais para poluir o texto do que combatar um suposto machismo. Por arroba @ é terrível, grita em qualquer texto, sorry. botar (a) entre parêntese, não se esquecendo dos pronomes, que devem concordar, também é feio pacas.</p>
<p>Eu vejo a questão da escolha de equalizar o gênero desconhecido ao masculino como uma decisão de sonoridade e simplificação, como muitas outras na nossa língua. A única opção que não soaria forçada, que poderia ser transportada para a língua falada, seria adotar uma desinência diferente para gênero neutro ou desconhecido. Talvez como já vi por aí, chamar a criança/jovem de gênero indefinido de &#8220;menine&#8221; por exemplo. Mas nem sempre funcionaria: no caso acima, ficaria &#8220;peça conselho ao seu administradore&#8221;; o que se faz do artigo e do pronome possessivo? Além disso, isso ia ficar muito parecido (sonoramente) com italiano&#8230; e eu não sei gesticular como eles :P</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Luiz Capitulino</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-215</link>
		<dc:creator>Luiz Capitulino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 11:28:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.felipearruda.com/blog/?p=98#comment-215</guid>
		<description>Gostei do post Felipe, às vezes eu pensava nisso mas só em casos extremos, tipo &#039;o homem&#039; quando você quer dizer &#039;humanidade&#039;.

Mas no Inglês ele costumam usar os dois (ao invés de remover), por exemplo:

&quot;Ask your system administrator for his or her advice&quot;.

Não sei se isso é formal, mas vejo muito isso por aí. E _acho_ que também podemos fazer isso eu português, fica melhor que garoto(a).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do post Felipe, às vezes eu pensava nisso mas só em casos extremos, tipo &#8216;o homem&#8217; quando você quer dizer &#8216;humanidade&#8217;.</p>
<p>Mas no Inglês ele costumam usar os dois (ao invés de remover), por exemplo:</p>
<p>&#8220;Ask your system administrator for his or her advice&#8221;.</p>
<p>Não sei se isso é formal, mas vejo muito isso por aí. E _acho_ que também podemos fazer isso eu português, fica melhor que garoto(a).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: felipe</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-214</link>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 11:27:45 +0000</pubDate>
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		<description>Guilherme:

&quot;Você escrevia no ônibus?&quot;

Acho que um &#039;define:coletivo&#039; no Google responderia esta. :-)

Em todo caso: &quot;O termo eventualmente é utilizado para se referir a grupos de pessoas que assumem uma mesma orientação política, artística e/ou estética e reúnem-se associações (normalmente de caráter informal) conhecidas como coletivos&quot;.

&quot;Guys would say come back here and fight like a person.&quot;

Bem, já que eu acho que mulheres podem lutar tão bem quanto homens, eu não teria problemas ao usar esta expressão.

De qualquer forma, o George Carlin reduziu ao absurdo. O que o livro e o post tentam dizer é que, ao escrever um texto técnico, não podemos assumir que apenas pessoas do gênero masculino irão lê-lo.

Isso é deduzir mais do que deve sobre o leitor (ou leitora heh).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme:</p>
<p>&#8220;Você escrevia no ônibus?&#8221;</p>
<p>Acho que um &#8216;define:coletivo&#8217; no Google responderia esta. :-)</p>
<p>Em todo caso: &#8220;O termo eventualmente é utilizado para se referir a grupos de pessoas que assumem uma mesma orientação política, artística e/ou estética e reúnem-se associações (normalmente de caráter informal) conhecidas como coletivos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Guys would say come back here and fight like a person.&#8221;</p>
<p>Bem, já que eu acho que mulheres podem lutar tão bem quanto homens, eu não teria problemas ao usar esta expressão.</p>
<p>De qualquer forma, o George Carlin reduziu ao absurdo. O que o livro e o post tentam dizer é que, ao escrever um texto técnico, não podemos assumir que apenas pessoas do gênero masculino irão lê-lo.</p>
<p>Isso é deduzir mais do que deve sobre o leitor (ou leitora heh).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Tabgal</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-213</link>
		<dc:creator>Tabgal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 11:06:18 +0000</pubDate>
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		<description>Pense que em alemão é sexista o contrário

sie == ela é usado como &quot;they&quot; e &quot;senhor / senhora&quot; (como o vous do francês)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pense que em alemão é sexista o contrário</p>
<p>sie == ela é usado como &#8220;they&#8221; e &#8220;senhor / senhora&#8221; (como o vous do francês)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Guilherme</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/10/contra-uma-linguagem-sexista/comment-page-1/#comment-212</link>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 10:30:26 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;No coletivo usávamos uma grafia bem menos formal para escrever um texto&quot;

Você escrevia no ônibus?

&quot;Eu provavelmente (...) faria alguma administradora de sistema bufar de raiva ou cansaço&quot;

Só se ela for uma feminista idiota e raivosa.

&quot;Enfim, eu não sou lingüista e nem estudo Letras, então não sei o quanto disso é besteira&quot;

É tudo besteira.

Também:

http://www.youtube.com/watch?v=XD5L2CxRMG4

&quot;I think spokesman ought to be spokesperson. I think chairman ought to be chairperson. I think mankind ought to be human kind, but they take it too far, they take themselves too seriously, they exaggerate. They want me to call that thing in the street a personhole cover. I think that&#039;s taking it a little bit too far. What would you call a lady&#039;s man, a person&#039;s person? That would make a He-man an It-person. Little kids would be afraid of the boogieperson. They&#039;d look up in the sky and see the person in the moon. Guys would say come back here and fight like a person. And we&#039;d all sing &#039;for it&#039;s a jolly good person.&#039; That&#039;s the kind of thing you would hear on late-night with David Letterperson.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;No coletivo usávamos uma grafia bem menos formal para escrever um texto&#8221;</p>
<p>Você escrevia no ônibus?</p>
<p>&#8220;Eu provavelmente (&#8230;) faria alguma administradora de sistema bufar de raiva ou cansaço&#8221;</p>
<p>Só se ela for uma feminista idiota e raivosa.</p>
<p>&#8220;Enfim, eu não sou lingüista e nem estudo Letras, então não sei o quanto disso é besteira&#8221;</p>
<p>É tudo besteira.</p>
<p>Também:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XD5L2CxRMG4" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=XD5L2CxRMG4</a></p>
<p>&#8220;I think spokesman ought to be spokesperson. I think chairman ought to be chairperson. I think mankind ought to be human kind, but they take it too far, they take themselves too seriously, they exaggerate. They want me to call that thing in the street a personhole cover. I think that&#8217;s taking it a little bit too far. What would you call a lady&#8217;s man, a person&#8217;s person? That would make a He-man an It-person. Little kids would be afraid of the boogieperson. They&#8217;d look up in the sky and see the person in the moon. Guys would say come back here and fight like a person. And we&#8217;d all sing &#8216;for it&#8217;s a jolly good person.&#8217; That&#8217;s the kind of thing you would hear on late-night with David Letterperson.&#8221;</p>
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