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	<title>Felipe Arruda &#187; Ciência</title>
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	<description>Astronomia, literatura, viagens e outros hobbies e interesses</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 23:31:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Leitura de bolso: &#8220;Dinossauros&#8221;, de David Norman</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras]]></category>

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		<description><![CDATA[  Passei os últimos dias lendo mais um livro da L&#38;PM. Desta vez, um volume da série Encyclopædia sobre os animais que dominaram o nosso planeta até 65 milhões de anos atrás. Eu nunca havia me dado ao trabalho de &#8230; <a href="http://www.felipearruda.com/blog/2012/02/leitura-de-bolso-dinossauros-de-david-norman/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter" title="Dinossauros, de David Norman" src="http://felipearruda.com/dino-final.jpg" alt="Dinossauros, de David Norman" width="576" height="363" /></p>
<p>Passei os últimos dias lendo mais um livro da L&amp;PM. Desta vez, um volume da série Encyclopædia sobre os animais que dominaram o nosso planeta até 65 milhões de anos atrás.</p>
<p>Eu nunca havia me dado ao trabalho de procurar algo um pouco mais sério sobre paleontologia. Confesso que achei a experiência tão confortante quanto ler sobre o universo: qualquer problema pessoal (e da condição humana) se torna insignificante perante a natureza (ou o cosmo), que simplesmente não se importa comigo, com você ou com qualquer espécime de H<em>omo sapiens</em>.</p>
<p>De certa forma, isso pode ser encarado como uma constatação desmotivadora. Mas o fato é que, apesar de tudo, nossa espécie tem lá sua importância. Surgimos há cerca de 500 mil anos e, desde então, tentamos entender o mundo em que vivemos. A tarefa é complicada e deve se prolongar por mais alguns milhões de anos, antes da nossa extinção. Mesmo assim, já fizemos descobertas incríveis e algumas delas dizem respeito aos antigos habitantes de nosso planeta.</p>
<h2>O nascimento dos dinossauros</h2>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img title="Iguanodons do Palácio de Cristal, em Londres" src="http://felipearruda.com/iguanodon-crystal.jpg" alt="Iguanodons do Palácio de Cristal, em Londres" width="600" height="413" /><p class="wp-caption-text">Iguanodons do Palácio de Cristal, em Londres (Fonte: Wikipedia)</p></div>
<p>Faz menos de 200 anos que começamos a colecionar e analisar fósseis de &#8220;dinossauros&#8221;, termo criado em 1841 pelo britânico <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Richard_Owen" target="_blank">Richard Owen</a> para se referir ao grupo recém-descoberto de &#8220;répteis&#8221; extintos. Desde então, muita coisa mudou. O próprio Owen foi capaz de presenciar seus estudos serem refutados e, ainda hoje, um modelo completamente errôneo de iguanodon está exposto no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crystal_Palace_Dinosaurs" target="_blank">Palácio de Cristal</a>, em Londres. Mais do que uma escultura, aquele &#8220;lagartão&#8221; pode ser encarado como uma homenagem permanente ao esforço humano empregado para entender algo até então desconhecido.</p>
<p>E o iguanodon é fundamental nos primeiros capítulos do livro, já que é por meio do estudo sistemático dos fósseis desse animal que a paleontologia começa a surgir. Vale a pena comparar os esboços do animal propostos por Owen (e de seu rival <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gideon_Mantell" target="_blank">Gideon Mantell</a>) com o de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Louis_Dollo" target="_blank">Louis Dollo</a>, cientista de Bruxelas que pode contar com novos fósseis e mais criatividade do que seus antecessores, já que reconstruiu o esqueleto do animal baseando-se em espécimes modernos de crocodilos e pássaros. Para isso, Dollo também levou em consideração os estudos de outro britânico famoso da época: Charles Darwin, nome que dispensa link para artigo de apresentação na Wikipedia.</p>
<h2>Sherlock Holmes seria um ótimo paleobiologista</h2>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><img class="   " title="Sinosaureopteryx: note a penugem ao longo da coluna" src="http://felipearruda.com/sino.jpg" alt="Sinosaureopteryx: note a penugem ao longo da coluna" width="518" height="312" /><p class="wp-caption-text">Sinosaureopteryx: note a penugem ao longo da coluna (Fonte: Wikipedia)</p></div>
<p>Norman chega a citar o morador da Baker Street duas ou três vezes ao longo do livro e, de fato, há muita semelhança entre o trabalho do consultor investigativo e de cientistas que estudam fósseis de dinossauros. Basicamente, ambos precisam reconstruir cenários a partir de uma cena encontrada: com a análise dos restos de esqueletos milagrosamente conservados por milhões de anos, pesquisadores tentam descobrir como a criatura se locomovia, qual era a sua dieta, se o espécime era macho ou fêmea e até quão aguçados eram o olfato, visão e audição daquele animal.</p>
<p>E o estudo não se limita aos fósseis. Cientistas também analisam pegadas de dinossauros preservadas ao longo das eras e, com base nelas, é possível deduzir se o animal subia ou descia o morro, se estava correndo ou caminhando lentamente, qual era o tamanho de seus passos etc. Até mesmo cocô fossilizado é objeto de estudo. Dentro dos chamados <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coprolite" target="_blank">cropólitos</a> é possível encontrar restos de ossos de pequenos animais e plantas, que ajudam a desvendar mistérios sobre a alimentação dos dinos.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img title="Fóssil incrível: protoceratops e velociraptor lutando" src="http://felipearruda.com/dino-fight.jpg" alt="Fóssil incrível: protoceratops e velociraptor lutando" width="480" height="340" /><p class="wp-caption-text">Fóssil de protoceratops e velociraptor lutando (Fonte: The Dinosaur Toy Blog)</p></div>
<p>Foi com essa linha de pensamento e com a descoberta de novas espécies, como o Deinonychus e o Archaeopteryx, que os dinossauros foram finalmente posicionados na escala evolutiva, ocupando um lugar entre os répteis e as aves. Mais tarde essa hipótese foi confirmada com fósseis ainda mais incríveis, que conseguiram preservar as marcas de penas e outros tipos de cobertura corpórea, como o do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sinosauropteryx" target="_blank">Sinosauropteryx</a>.</p>
<p>O registro fossilizado desse dinossauro &#8220;chinês&#8221; é fantástico, mas não chama tanto a atenção quanto o da imagem acima: um protoceratops e um velociraptor que morreram simultaneamente, durante um combate. A descoberta é tão famosa que rendeu até brinquedo, devidamente catalogado pelo <a href="http://www.dinotoyblog.com/2010/09/21/protoceratops-vs-velociraptor-dinosauria-by-sideshow/" target="_blank">The Dinosaur Toy Blog</a>.</p>
<h2>Mais e mais curiosidades</h2>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 536px"><img class=" " title="Representação de um hadrossauro pintada por Heinrich Harder, em 1916" src="http://felipearruda.com/hadrosaur.jpg" alt="Representação de um hadrossauro pintada por Heinrich Harder, em 1916" width="526" height="330" /><p class="wp-caption-text">Representação de um hadrossauro pintada por Heinrich Harder, em 1916</p></div>
<p>Ao longo do livro, que custa menos que <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=5101531&amp;sid=17742023614131825657352574" target="_blank">R$ 15</a>, é possível encontrar exemplos de diversos registros como esses, além de dados curiosos que podem ajudar a impressionar alguém durante um encontro romântico. Experimente, por exemplo, contar para a &#8220;vítima&#8221; que os temíveis tiranossauros sofriam de gota, doença que também atinge muitas pessoas. Ou então que a dieta dos hadrossauros tornava-os mais propensos a terem câncer.</p>
<p>Se isso não trouxer a pessoa amada para os seus braços, pelo menos a leitura servirá como <a href="http://oreilly.com/catalog/mindperfhks/chapter/hack19.pdf" target="_blank">semente aleatória para a sua criatividade</a>, principalmente se o assunto não estiver relacionado com o dia a dia. Na pior das hipóteses você acaba escrevendo um post besta para o seu blog.</p>
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		<title>De novo, a Lua</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2009/06/de-novo-a-lua/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 22:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Cheguei em casa mais cedo, desci com o telescópio e tirei algumas fotos da Lua com os equipamentos que tenho em mãos. Usei o método afocal com uma Nikon Coolpix L1 e um newtoniano de 200mm. Basicamente isso siginifica que &#8230; <a href="http://www.felipearruda.com/blog/2009/06/de-novo-a-lua/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei em casa mais cedo, desci com o telescópio e tirei algumas fotos da Lua com os equipamentos que tenho em mãos.</p>
<p>Usei o método afocal com uma Nikon Coolpix L1 e um <a href="http://nevoeiro.org/blog/?attachment_id=66">newtoniano de 200mm</a>. Basicamente isso siginifica que encostei a lente da câmera na ocular e tirei fotos. Para melhorar um pouco as imagens, habilitei o modo macro e coloquei a compensação de exposição em -2, por causa do brilho forte da Lua. </p>
<p>Estas duas primeiras fotos eu tirei usando uma ocular de 32mm. Clique nas fotos para vê-las em uma resolução maior:</p>
<p><center><div id="attachment_373" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dscn1258.jpg"><img src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dscn1258-300x225.jpg" alt="Lua em fase crescente (Waxing Gibbous)" title="Lua em fase crescente (Waxing Gibbous)" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-373" /></a><p class="wp-caption-text">Lua em fase crescente (Waxing Gibbous)</p></div></center></p>
<p><center><div id="attachment_374" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dscn1259.jpg"><img src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dscn1259-300x225.jpg" alt="Teste: modo macro e zoom (ocular de 32mm)" title="Teste: modo macro e zoom (ocular de 32mm)" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-374" /></a><p class="wp-caption-text">Teste: modo macro e zoom (ocular de 32mm)</p></div></center></p>
<p>Esta, mais aproximada, foi tirada através de uma ocular de 9.5mm:</p>
<p><center><div id="attachment_375" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dscn1268.jpg"><img src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/dscn1268-300x225.jpg" alt="Copernicus" title="Copernicus" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-375" /></a><p class="wp-caption-text">Copernicus</p></div></center></p>
<p>Agora estou tentando <a href="http://www.flickr.com/photos/felipemiguel/3590634452/">identificar</a> todas as crateras e mares que aparecem nas fotografias.</p>
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		<title>Fotografias da STS-125</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2009/05/sts-125/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 13:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[Atlantis]]></category>
		<category><![CDATA[Huble]]></category>
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		<description><![CDATA[O Bad Astronomy postou hoje sobre as fotos que o astrofotógrafo Thierry Legault tirou do Sol: As silhuetas que vimos na foto acima são nada mais do que o ônibus espacial Atlantis e o telescópio Hubble durante a STS-125! Na &#8230; <a href="http://www.felipearruda.com/blog/2009/05/sts-125/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://blogs.discovermagazine.com/badastronomy/2009/05/15/check-this-out-amazing-photo-of-the-sun/">Bad Astronomy postou hoje</a> sobre as fotos que o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Astrophotography">astrofotógrafo</a> <a href="http://www.astrosurf.com/legault/">Thierry Legault</a> tirou do Sol:</p>
<p><center><div id="attachment_348" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.flickr.com/photos/nasahqphoto/3531350583/in/set-72157617823159021/"><img class="size-full wp-image-348" title="Sol, Atlantis e Hubble" src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/sol-atlantis-hubble.jpg" alt="Sol, Atlantis e Hubble" width="480" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Sol, Atlantis e Hubble</p></div></center></p>
<p>As silhuetas que vimos na foto acima são nada mais do que o ônibus espacial Atlantis e o telescópio Hubble durante a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/STS-125">STS-125</a>!</p>
<p>Na foto a seguir, podemos ver Atlantis transitando em frente ao sol antes de &#8220;apanhar&#8221; o Hubble:</p>
<p><center><div id="attachment_349" class="wp-caption aligncenter" style="width: 498px"><a href="http://www.flickr.com/photos/nasahqphoto/3531410425/in/set-72157617823159021/"><img class="size-full wp-image-349" title="STS-125 Atlantis Solar Transit" src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/sol-atlantis.jpg" alt="STS-125 Atlantis Solar Transit" width="488" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">STS-125 Atlantis Solar Transit</p></div></center></p>
<p>Para tirar estas fotos, Theirry usou um telescópio de 13cm e uma câmera capaz de tirar 16 fotos com tempo de exposição de 1/8000. Sensacional!</p>
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		<title>Stargazing!</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/12/stargazing/</link>
		<comments>http://www.felipearruda.com/blog/2008/12/stargazing/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 20:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Hobbies]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia Amadora]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Nevoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Observações]]></category>

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		<description><![CDATA[Lista dos objetos que eu lembro de ter visto na minha primeira saída de campo com o grupo de Nevoeiro (lista, blog):   Pequena Nuvem de Magalhães Grande Nuvem de Magalhães Andrômeda Nebulosa do Caranguejo Nebulosa de Órion Omega Centauri &#8230; <a href="http://www.felipearruda.com/blog/2008/12/stargazing/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><div id="attachment_245" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://flickr.com/photos/felipemiguel/tags/cordilheiradosantana/"><img class="size-full wp-image-245 " title="Pôr-do-sol na Cordilheira do Santana" src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/pordosolsantana.jpg" alt="Pôr-do-sol na Cordilheira do Santana" width="400" height="278" /></a><p class="wp-caption-text">Pôr-do-sol na Cordilheira do Santana</p></div></center></p>
<p>Lista dos objetos que eu lembro de ter visto na minha <a href="http://nevoeiro.org/blog/?page_id=13">primeira saída de campo</a> com o grupo de Nevoeiro (<a href="http://br.dir.groups.yahoo.com/group/nevoeiro/">lista</a>, <a href="http://nevoeiro.org/blog/">blog</a>):<br />
 </p>
<ul>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Nuvem_de_Magalhães">Pequena Nuvem de Magalhães</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Nuvem_de_Magalhães">Grande Nuvem de Magalhães</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrômeda_(galáxia)">Andrômeda</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Caranguejo">Nebulosa do Caranguejo</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_de_Órion">Nebulosa de Órion</a></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Omega_Centauri">Omega Centauri</a></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coalsack">Saco de Carvão</a></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jewel_Box">Caixa de Jóias</a></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Beehive_Cluster">Aglomerado do Presépio</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Via_Láctea">Via Láctea</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saturno_(planeta)">Saturno</a> (com seus anéis alinhados com a Terra)</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vénus_(planeta)">Vênus</a> (em uma de suas fases)</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pleiades">Plêiades</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eta_Carinae">Eta Carinae</a></li>
</ul>
<p>Além disso pudemos ver a passagem de vários satélites artificiais e meteoros que cruzaram das 3:00h até o amanhecer. Foi a primeira vez que vi boa parte destes objetos e fiquei impressionado com a beleza de Eta Carinae e com a grandiosidade das Nuvens de Magalhães.</p>
<p>Foi uma aula e tanto e desde que voltei estou folheando e lendo um <a href="http://www.amazon.com/Universe-Definitive-Visual-Guide-Astronomy/dp/1405316403/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1230581528&amp;sr=8-1">livro de astronomia</a>. Sem falar que o cheiro de bosta de vaca limpa o pulmão de qualquer piá de prédio como eu.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Exoplanetas fotografados</title>
		<link>http://www.felipearruda.com/blog/2008/11/exoplanetas-fotografados/</link>
		<comments>http://www.felipearruda.com/blog/2008/11/exoplanetas-fotografados/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 10:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Hobbies]]></category>
		<category><![CDATA[Constelações]]></category>
		<category><![CDATA[Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Exoplanetas]]></category>
		<category><![CDATA[Hubble]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez o telescópio Hubble conseguiu fotografar um exoplaneta orbitando uma estrela. O planeta em questão, ainda sem nome, orbita a estrela mais brilhante da constelação de Piscis Austrinus, Fomalhaut. A foto é impressionante e eu fico imaginando como &#8230; <a href="http://www.felipearruda.com/blog/2008/11/exoplanetas-fotografados/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez o telescópio Hubble conseguiu fotografar um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Exoplaneta">exoplaneta</a> orbitando uma estrela. O planeta em questão, ainda sem nome, orbita a estrela mais brilhante da constelação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Piscis_Austrinus">Piscis Austrinus</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fomalhaut">Fomalhaut</a>. A foto é impressionante e eu fico imaginando como deve ser divertido o trabalho das pessoas que analisam estas imagens:</p>
<p><center><div id="attachment_148" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/fomalhaut.jpg"><img class="size-medium wp-image-148" title="Aquele pontinho ali? :-)" src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/fomalhaut-300x300.jpg" alt="Aquele pontinho ali? :-)" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Aquele pontinho ali? </p></div></center></p>
<p>Como se isto já não bastasse, o Observatório Gemini conseguiu uma fotografia ainda mais impressionante: <strong>dois</strong> planetas orbitando a estrela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/HR_8799">HR 8799</a>, da constelação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pegasus">Pegasus</a>! E apesar da fotografia mostrar apenas dois, sabemos que existem três planetas a orbitar esta estrela:</p>
<p><center><div id="attachment_149" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/hr8799.jpg"><img class="size-medium wp-image-149" title="Os dois mundos ao redor da HR8799" src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/hr8799-300x298.jpg" alt="Os dois mundos ao redor da HR8799" width="300" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Os dois mundos ao redor da HR8799</p></div></center></p>
<p>Uma informação interessante divulgada pelo <a href="http://blogs.discovermagazine.com/badastronomy/2008/11/13/huge-exoplanet-news-items-pictures/">Bad Astronomy</a> é que os planetas fotografados na constelação de Pegasus são bem &#8220;novos&#8221;, possuem cerca de 60 milhões de anos e, por isso, ainda brilham. Já o planeta fotografado pelo Hubble possui cerca de 200 milhões de anos e apenas reflete a luz emitida pela estrela Formalhaut.</p>
<p>Claro que, antes destas fotografias, nós já éramos capazes de constatar a presença de planetas fora do nosso sistema solar. Mas estas constatações eram feitas através de técnicas indiretas, como a ocultação de uma estrela.  É bom lembrar também que um exoplaneta já tinha sido <a href="http://blogs.discovermagazine.com/badastronomy/2005/04/29/first-exoplanet-imaged/">fotografado anteriormente</a>, mas ele orbitava uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A3_marrom">anã marrom</a>, que também são conhecidas como <em>estrelas fracassadas</em>. As fotografias tiradas pelo Hubble e pelo Gemini são as primeiras que mostram planetas orbitando estrelas normais, como o nosso Sol. Como disse o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Plait">Phil Plait</a>, &#8220;<em>elas são História</em>&#8220;.</p>
<p><center><div id="attachment_152" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/stellarium-pegasus-cwb.png"><img class="size-medium wp-image-152" title="Pegasus no Stellarium" src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/stellarium-pegasus-cwb-300x187.png" alt="Pegasus no Stellarium" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Pegasus no Stellarium</p></div></center></p>
<p>No site do observatório Gemini também podemos achar <a href="http://www.gemini.edu/node/11150">mapas</a> que ajudam a encontrar a estrela HR 8799 a olho nú ou com binóculo. Quem estiver em Curitiba e quiser tentar, Pegasus estará visível ao norte a partir 00:15h.</p>
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