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	<title>Felipe Arruda &#187; Cinema</title>
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	<description>Astronomia, literatura, viagens e outros hobbies e interesses</description>
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		<title>DIY: Óculos 3-D</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 04:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Esses dias encasquetei que queria ter um par de óculos 3-D, daqueles antigos e que parecem ter saído de um clip do Devo. Fui atrás de folhas de acetato translúcidas nas cores vermelho e ciano, mas não encontrei. Comprei papel &#8230; <a href="http://www.felipearruda.com/blog/2009/05/diy-oculos-3-d/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias encasquetei que queria ter um par de óculos 3-D, daqueles antigos e que parecem ter saído de um clip do Devo. Fui atrás de folhas de acetato translúcidas nas cores vermelho e ciano, mas não encontrei. Comprei papel celofane azul e vermelho, mas o resultado foi péssimo: a tinta usada para colorir o celofane prejudicava a nitidez da imagem.</p>
<p>Hoje, na sala de trabalho, encontro duas caixinhas de Tic Tac em cima do meu teclado: uma vermelha e uma azul. Era um desses insights do <a href="http://helllabs.org/blog/">Claudio</a> que sempre dão certo. Na hora já carregamos uma imagem <a href="http://www.geocities.com/prof_lunazzi/Estereoscopia/estere.htm">anaglífica</a> no Flickr, seguramos as caixinhas na frente dos nossos olhos e comprovamos que realmente funcionava.</p>
<p><center><div id="attachment_361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/embalagens.jpg"><img src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/embalagens-300x216.jpg" alt="Lixo não, lentes!" title="Lixo não, lentes!" width="300" height="216" class="size-medium wp-image-361" /></a><p class="wp-caption-text">Lixo não, lentes!</p></div></center></p>
<p>Sendo assim, aqui está um modelo caseiro de óculos 3-D, feito com cartolina e embalagens vazias de Tic Tac nos sabores Extra Forte e Cereja Extra Mint. O tom das <em>lentes</em> não é exatamente igual ao utilizado nos óculos comercializados (você encontra no Mercado Livre 4 unidades por R$10 + frete), mas é próximo o suficiente para causar a sensação de profundidade das imagens 3-D:</p>
<p><center><div id="attachment_362" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/oculos.jpg"><img src="http://www.felipearruda.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/oculos-300x159.jpg" alt="Claro que o seu ficará mais bonito!" title="Claro que o seu ficará mais bonito!" width="300" height="159" class="size-medium wp-image-362" /></a><p class="wp-caption-text">Claro que o seu ficará mais bonito!</p></div></center></p>
<p>Depois de construir o seu, é só fazer algumas buscas na internet (<em>anaglyph</em>, <em>3d</em>, etc.) e brincar com o conteúdo disponível. Eu recomendo a visualização deste <a href="http://www.vimeo.com/958935">vídeo</a> e desta <a href="http://www.flickr.com/photos/15693951@N00/2183878070/">foto</a>. Importante: lembre-se de posicionar a <em>lente</em> azul para o olho direito. </p>
<p>As embalagens vazias usadas para este modelo foram gentilmente cedidas pelo Claudio e pelo Santiago que, sabe-se lá por qual motivo, não jogam fora depois de comerem todas as balinhas.</p>
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		<title>Kedma</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 09:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amos Gitai]]></category>
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		<category><![CDATA[palestina]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que emprestei Kedma do Capitulino, filme do diretor israelense Amos Gitai que mostra a chegada de um grupo de judeus europeus na Palestina em 1948, teve um trecho que me marcou bastante. As palavras do aldeão palestino, no fim da primeira parte, nunca &#8230; <a href="http://www.felipearruda.com/blog/2009/01/kedma/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que emprestei <a href="http://www.imdb.com/title/tt0304267/"><strong>Kedma</strong></a> do <a href="http://blog.cpu.eti.br/">Capitulino</a>, filme do diretor israelense <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amos_Gitai">Amos Gitai</a> que mostra a chegada de um grupo de judeus europeus na Palestina em 1948, teve um trecho que me marcou bastante. As palavras do aldeão palestino, no fim da primeira parte, nunca saíram da minha cabeça:</p>
<blockquote><p><em>Aqui permaneceremos, apesar de vocês, como uma muralha! Lavaremos pratos! Encheremos as taças dos senhores! Limparemos a cozinha para roubar de suas garras terríveis pães para os nossos filhos. Mas aqui permaneceremos, apesar de vocês, como uma muralha. Passaremos fome e vestiremos trapos! Mas nós os desafiaremos! Aqui permaneceremos, como uma muralha! Escreveremos poemas! Encheremos as taças! Nosso orgulho vai encher as prisões! Criaremos gerações de filhos rebeldes! Aqui permaneceremos, apesar de vocês, como uma muralha!</em></p></blockquote>
<p>Hoje descobri que isso é um poema. Ou pelo menos é fortemente inspirado no poema Não Iremos Embora, do poeta palestino Tawfik Az-Zayad. Uma pena que esta tradução, publicada no livro Poesia Palestina de Combate (Ed. Achiamé) foi feita do original castelhano publicado em Cuba, que por sua vez foi feito através da a tradução em castellano, que por sua vez é tradução do francês. Se poesia é aquilo que se perde ao traduzir, não estamos nada bem. De qualquer forma, segue o poema em português:</p>
<blockquote><p>NÃO IREMOS EMBORA</p>
<p>Aqui<br />
sobre vossos peitos<br />
persistimos<br />
como uma muralha<br />
em vossas goelas<br />
como cacos de vidro<br />
imperturbáveis<br />
e em vossos olhos<br />
como tempestades de fogo</p>
<p>Aqui<br />
sobre vossos peitos<br />
persistimos<br />
como uma muralha.<br />
em lavar os pratos em vossas cabanas<br />
em encher os copos dos senhores<br />
em esfregar os ladrilhos das cozinhas pretas<br />
para arrancar<br />
a comida de nossos filhos<br />
de vossas presas azuis</p>
<p>Aqui<br />
sobre vossos peitos<br />
persistimos<br />
como uma muralha<br />
famintos<br />
nus<br />
provocadores<br />
declamando poemas</p>
<p>Somos os guardiões da sombra<br />
das laranjeiras e das oliveiras<br />
semeamos ideais como fermento na massa<br />
Nossos nervos são de gelo<br />
mas nossos corações vomitam fogo<br />
quando tivermos sede<br />
espremeremos as pedras<br />
e comeremos terra<br />
quando estivermos famintos<br />
Mas não iremos embora<br />
e não seremos avarentos com nosso sangue</p>
<p>Aqui<br />
temos um passado<br />
e um presente<br />
Aqui<br />
está nosso futuro</p></blockquote>
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