Archive for the ‘Viagem’ tag
Cape Town - parte 3 e final
O terceiro em dia em Cape Town começou com a Pravanya e o Kapil nos dando uma carona até o V&A Waterfront, onde tomaríamos café, visitaríamos o Two Oceans Aquarium e, às 13h, faríamos nossa tão esperada visita à Robben Island.
Depois do nosso desjejum-super-pomposo-com-frutas-frescas-frescas-frescas, matamos um tempinho olhando alguns artesanatos e, quando percebemos, já era hora de visitar o aquário.
A entrada para adultos custa 80 rands (8USD) e vale cada centavo. Há uma variedade grande de espécies de peixes, desde baiacús e linguados até tubarões e arraias enormes, além de plantas, anêmonas, ouriços, sapos, cavalos-marinhos, etc.
Usamos a manhã toda dentro do aquário. Depois da visita deixamos de almoçar porque achamos que não daria tempo de pegarmos o barco para a Robben Island.
Chegando no Nelson Mandela Gateway recebemos a notícia que nos deixou frustrado: todas as viagens até a ilha foram canceladas naquela quarta-feira por causa dos ventos fortes. Já que este era o nosso último dia na cidade, só restava enfrentar a fila para pedir o reembolso dos bilhetes.
Depois de quase uma hora na fila, andávamos pelo Waterfront sem saber o que fazer e, de repente, o Ariel vê um veleiro com saída em 5 minutos. Pagamos nossos 120 rands de cada, embarcamos e fomos dar um passeio de uma hora e meia pela baía.
Algumas horas depois já estávamos com os nossos hosts indo para a Hout Bay, onde jantamos, tiramos nossa foto de Couch Surfers para a Pravanya adicionar ao Hall of Fame na porta da geladeira dela e conhecemos as francesas mais simpáticas das nossas vidas: The Soap Girls (website, YouTube).
Elas são muito divertidas, falam a mesma coisa ao mesmo tempo, como todas gêmeas deveriam, e é provavelmente a melhor propaganda de sabonetes artesanais que você vai ver na vida. Se um dia eu comprar uma casa colorida em Bo Kaap, só vou usar os sabonetes das Soap Girls.
Cape Town - parte 2
Hoje tivemos outro dia excelente. Saímos de casa com um plano (Green Point Flea Market e Simon’s Town), mas logo depois do café resolvemos mudar tudo. Foi a nossa melhor decisão.
Pegamos um trem às 8h até SImon’s Town e depois um táxi até um dos nossos destinos mais cobiçados: o Cabo da Boa Esperança. A vista de lá é simplesmente fantástica e foi muito legal estar em um lugar sempre comentado nas aulas de História.
Lá é possível conhecer os locais onde Vasco da Gama e Bartolomeu Dias morreram, as pedras contra as quais vários navios se chocaram, o farol antigo que foi desativado por ser facilmente encoberto por neblina, o farol novo construído para substituir o anterior, babuínos, pássaros, uma loja cheia de artigos para turistas e muita beleza natural. Em uma das placas com informações sobre o local,li que o ar naquele ponto é considerado o mais limpo do continente africano.
Gastamos mais de duas horas visitando o local e caminhando pelas trilhas para chegar até o último ponto permitido para turistas. O vento lá é bastante forte e eu confesso que fiquei com “receio” de atravessar um certo trecho. Ainda mais que um turista me disse antes que era muito arriscado. Mas foi só dar os primeiros passos para perceber que era besteira. Não tem nada de perigoso. É possível lidar o vento forte se segurando nas cordas ao longo deste trecho.
Foi um passeio excelente, mas acabamos demorando mais do que o previsto e o motorista que estava esperando por nós não gostou muito. Não demorou nem três minutos depois de nos ver para pedir um dinheiro extra. Em “troca” ele nos levou até a Boulder’s Bay, onde tiramos fotos de alguns pingüins.
Na volta para Simon’s Town pedimos para ficar um pouco antes da estação de trem e saímos passear pela cidade. Visitamos o museu naval, que tem um acervo muito bacana, incluindo objetos da Primeira e Segunda Guerra Mundial. Fizemos um lanche em uma cafeteria (cara, porém boa) e depois voltamos para a cidade. Chegamos em Cape Town quase 17h e fomos comprar alguns souvenirs no Green Market e depois passear por Bo Kaap, uma espécie de vila com muitos muçulmanos e casas bem coloridas.
Se eu pudesse morar aqui, escolheria Bo Kaap. A região não é cara, é bastante tranqüila, com moradores muito gentis que ficam nas calçadas conversando e fumando narguile e fica muito próximo ao centro de Cape Town.
Depois do dia cheio de hoje voltamos para casa e encontramos um brasileiro no caminho. Ele está estudando inglês aqui durante este mês e, pelo isto, tem aproveitado bastante a vida noturna da cidade. Foi divertido encontrá-lo porque até então não tínhamos visto nenhum brasileiro na cidade.
Amanhã o dia vai ser mais tranqüilo, mas não menos divertido: aquários de manhã e Robben Island às 13h. Infelizmente nosso vôo sai às 5h do dia 9, por isso Robeen Island será o nosso último passeio turístico aqui.
Cape Town - parte 1
Chegamos em Cape Town às 23h de ontem e depois de encontrarmos a Pravanya e o Kapil, couch surfers que estão nos recebendo, já tivemos um pequeno passeio turístico. Ela precisava tirar fotos de alguma paisagem noturna para as aulas de fotografia e para isso fomos até o começo do Lion’s Head, perto da Table Mountain. A vista é muito bonita e o céu também estava espetacular. Vi as plêiades, órion e outras constelações fáceis de reconhecer,
Depois das fotos fomos para a casa deles. Eles são muito bem preparados para receber os couh surfers: diversas brochuras com informações turísticas, um SIM card pré-pago para usarmos (aqui eles custam 1 rand, cerca de 0,25USD), tickets para trem e muita informação. Fomos dormir quase duas horas da manhã com o nosso dia de hoje todo planejado.
Acordamos às 6:30, tomamos banho, café e fomos para a estação de trem pegar para chegar até Cape Town. Lá nós nos perdemos um pouquinho, mas perguntando descobrimos onde pegávamos o tal ônibus para turistas. Por sinal, o ônibus é bastante recomendável se você tiver pouco tempo na cidade para conhecer tudo. O ticket custa 120 rands e você pode usar durante todo o dia, descendo e pegando quantos ônibus precisar neste período. Se comprar ticket para dois dias, eles saem por R200. Os ônibus possuem um andar superior descoberto, informações turísticas gravadas em vários idiomas (incluindo português) e passam nos pontos de vinte em vinte minutos. Além disso, você pode pegar ônibus para as rotas vermelha e azul, cada uma com suas características e atrações.
Nossa primeira parada, como já havíamos combinado desde Luanda, foi a Table Mountain. Chegamos lá por volta das 10h e não fizemos a trilha até o topo. Compramos tickets de ida e volta para o teleférico e, lá em cima, ficamos completamente bobos com a beleza da paisagem.
Depois de tirarmos muitas fotos resolvemos entrar nas trilhas e caminhamos por mais de duas horas. Foi provavelmente uma das coisas mais legais que já fiz. Interessante que eu costumava ter medo de lugares altos, ficava tonto com facilidade, mas aparentemente a África me curou. Estávamos a mais de mil metros de altura e eu não sentia medo quando a trilha passava muito perto da beirada. É um passeio que realmente vale a pena.
Depois de tano esforço físico (sou um sedentário de mão cheia), corremos tomar Powerade, refrigerante e comer uma pizza para enganarmos o estômago até chegarmos em Camp’s Bay, onde almoçaríamos.
A loja de souvenirs da Table Mountain também é muito divertida, mas não comprei nada. Estou economizando para o Green Point Flea Market, onde dizem ter itens bonitos e mais baratos que nos outros lugares.
Camp’s Bay é uma praia muito bonita, de água muito limpa, uma orla enorme e muito bem estruturada e repleta de opções de restaurantes e cafeterias, Há casas muito bonitas na região e, provavelmente, deve ter o metro quadrado mais caro de Cape Town.
Ficamos horas passeando pela praia, fotografando e admirando tudo. A infra-estrutura de Cape Town é perfeita, muito completa e tudo funciona bem. Além disso a cidade é calma e segura. Podemos andar com as câmeras nas mãos, despreocupados.
Para fechar o passeio do dia fomos até o Waterfront, para conhecer e também para tentar reservar um passeio até a Roben Island. Não conseguimos agendar o passeio lá, mas acabamos de fazer isto pela internet. Visitaremos Robben Island na terça-feira, nosso último dia aqui.
Waterfront tem um aquário, que pretendemos visitar amanhã, muito artesanato bonito à venda e vários restaurantes e cafés. Fomos caminhando até a Clocktower e, quando vimos, já eram quase 18:30h. Tínhamos que pegar o último ônibus do dia para voltar para a estação de trem. E o bendito do ônibus não chegava nunca no segundo ponto. Quando já estávamos chateados pensando na grana que gastaríamos com um táxi até o apartamento deles, o telefone do Ariel toca: era a Pravanya dizendo que estava no waterfront e perguntando se queríamos carona.
Minha primeira experiência com o Couch Surfing não poderia ser melhor. Tudo está perfeito. Amanhã teremos mais um dia cheio. Pretendemos comprar artesanato e visitar Simon’s Town. Assim que eu puder coloco os devidos links e fotos melhores neste post. Agora preciso tomar banho e dormir para acordar às 5:30.
Luanda - parte final
Hoje foi dia de se despedir. Almocei pela última vez no Panela de Barro (finalmente!) e provei a fruta que nasce do Imbondeiro, a múcua. O fruto é seco e possui um sabor leve, porém um pouco azedo. A múcua não se come, se chupa, como uma bala. É seca e derrete na boca, parecido com um suspiro.
Gostei muito de Luanda e principalmente de Angola. Gostaria de conhecer outras províncias, mas infelizmente não deu certo. Foi muito bom estar aqui e conhecer um país que é tão presente dentro do Brasil. Foi bom também conhecer um povo tão forte. Nunca vou esquecer a imagem das mulheres que carregam um filho às costas e uma bacia cheia de mangas na cabeça durante o dia todo, em um calor de 26C.
É bom ver que, apesar de qualquer dificuldade, Angola corre, não caminha. Eu desejo tudo do melhor para o país e para o povo angolano.
Luanda - parte 8
No último domingo fomos novamente para Cabo Ledo, a praia na província do Bengo, a 120km de Luanda. Na ida tivemos um pequeno contratempo com o documento de aluguel do veículo que estávamos utilizando. O papel dizia que o aluguel já tinha vencido no fim de outubro, mas ninguém sabia disto. Na verdade o aluguel do carro havia sido prorrogado, mas o documento não foi atualizado e, é claro, só descobrimos isso depois de sermos parados pelos policiais na fronteira com a província. Dois mil kwanzas depois, prosseguimos.

Ônibus abandonado em Luanda
Desta vez pedi para descer um pouco antes e fui caminhando até o complexo turístico. A idéia era tentar fotografar um pássaro muito bonito que já tinha visto nesta estrada. Eles vivem em grupos e estão sempre repousando nas árvores e arbustos desta estrada.
Foi um pouco frustrante tentar fotografá-los com minha câmera point-and-shoot, mas consegui. E, em Curitiba, o meu irmão conseguiu identificar a espécie: Lamprotornis chalybaeus. Pena que ainda não descobri o nome popular do pássaro em Angola.
Em Cabo Ledo resolvemos caminhar até a praia dos surfistas e foi uma ótima idéia. A praia é muito bonita, com pedras enormes, aluguel de cabanas para se proteger do sol e, como era de se esperar, muitas pessoas tentando pegar onda.
Depois de voltarmos ao complexo turístico, almoçamos mal, pagamos caro e voltamos para a cidade. No caminho paramos perto do Miradouro da Lua para eu pegar a encomenda feita pelo meu irmão: um pouco de terra da África.
Amanhã o pessoal vai de novo até o Cabo Ledo, mas estou pensando em ficar em casa. Não estou com muita vontade de enfrentar viagem e praia de novo. Mas amanhã eu decido.
Também está chegando a hora de voltar para casa. Amanhã começa nossa última semana aqui e também vence o meu visto. Que a força esteja conosco.
Luanda - parte 6
Acho que o ritmo mais tocado em Luanda é o kuduro, uma espécie de “funk carioca” angolano. As músicas são bem animadas e possuem letras simples, repetitivas e bem-humoradas. O nome do ritmo vem do fato de as pessoas dançarem sem mexerem muito o quadril. Aliás, tem uma curiosidade lingüística tola e interessante: para os portugueses e angolanos, a palavra cu é usada para a representar a bunda toda, e não apenas o ânus.
Voltando ao assunto, quando fui ao Belas Shopping percebi que um CD aqui custa em média 1.500 kwanzas (cerca de 20 dólares). Nas ruas você encontra CDs piratas que não custam nem 10% deste valor. Em ambos os casos, os preços são bem parecidos com os praticados no Brasil.
Ainda não consegui comprar o álbum do MC Kapa, um rapper angolano que fiquei conhecendo através do Canal Brasil. Não encontro em lugar nenhum, nem nas lojas e nem com os putos na rua. Amanhã de manhã vou tentar em uma loja que fica perto do apartamento onde estamos hospedados. Encontrei os CDs do MC Kapa e do Brigadeiro 10 Pacotes com os meninos que vendem coisas no meio do trânsito. De qualquer forma, vou ver se não encontro os CDs originais, porque acho que valem a pena.
Por falar em hip-hop, Luanda parece ter uma cena bem legal. Já peguei MP3 de outro artista (Pai Grande, o Poeta) e fiquei com vontade de ouvir o Brigadeiro 10 Pacotes. Preciso encontrar estes CDs antes de partir.
Na terça-feira passada assistimos o show da banda congolesa Langi, no espaço Chá de Caxinde. Além de gratuito, o show foi muito bom. Acho que poucas coisas no mundo conseguem ser mais graciosas do que a dança e o canto de uma mulher africana.
Luanda - parte 5
Tenho mais 19 dias em Luanda, mas se eu fosse embora hoje, já estaria satisfeito. No final de semana passado conheci o famoso Miradouro da Lua e a praia de Cabo Ledo, que fica a cerca de 120 km de Luanda. Saímos do apartamento às 7 da manhã e, depois de um café na Pastelaria Bolo Rei, partimos para o sul. Acho que vale contar que pastelarias aqui não vendem pastéis. Esta é a forma com que chamam as confeitarias.
A primeira parada, depois de um bom engarrafamento para sair da cidade, foi o Miradouro da Lua. Eu sempre achei que o lugar tinha este nome porque era uma boa região para observar o céu, mas eu estava enganado. Segundo uma placa que tem na entrada do Miradouro, o ponto turístico tem este nome porque dizem que se parece com a superfície lunar.Mas independente de parecer ou não com a Lua, eu gostei muito do Miradouro. A vista é muito bonita e eu poderia passar horas sentado ali, contemplando os arenitos esculpidos pela erosão e o mar ao fundo.
Depois de algumas fotos, partimos para a praia de Cabo Ledo, que fica na província de Kwanza Norte. Estacionamos o carro no complexo turístico Doce Mar, que dispõem de várias casas para aluguel. Apesar de eu não gostar muito de praia, parece ser divertido passar um final de semana ali. Segundo o Ariel, o Hernani e o Vitor, o mar estava bonito como nunca tinham visto antes.
No próprio complexo turístico existe um bar/restaurante com mesas e guarda-sóis, onde é possível matar o bicho e a sede, ou se refrescar tomando um gelado. Mas aviso que não é muito barato. Dois sumos (um de limão e um de laranja) e dois sorvetes Mega custaram quase mil kwanzas.
Quem se interessar, coloquei mais fotos no Flickr. Tem inclusive foto do Peito-Celeste (ou Catuiti), um passarinho muito bonito e bem comum na cidade. Eu não gostaria de me tornar um birding geek, mas já estou começando a sentir os primeiros sintomas. O bom é que parte dos equipamentos (binóculo e uma câmera fotográfica boa) serviria também para a prática de astronomia amadora.
Ah, sim! Já ia me esquecendo: Luciano Huck, Joelma, Chimbinha e o restante da banda Calypso tocaram aqui, no Estádio dos Coqueiros. Junto com eles também se apresentaram dois músicos angolanos: Yuri da Cunha e Yola Semedo. Nós bem que gostaríamos de ver eles tocando Aces High, mas acabamos desistindo.
Luanda - parte 4
Hoje, 11 de novembro, é dia da independência de Angola. Acordei um tanto cedo e, enquanto tomava o meu pequeno almoço, assisti parte de um documentário na TPA que contava como foi o processo da independência de Angola. O que mais gostei é que o documentário mostrava alguns pormenores que ninguém nunca lembra de contar, como quem desenhou e quem costurou a primeira bandeira da nação.
Segundo o documentário, a primeira versão da bandeira foi feita em algodão, mas o então quase-presidente Agostinho Neto exigiu que ela fosse refeita em cetim. Já era dia 9 de novembro e as costureiras ficaram bastante nervosas. Acabaram conseguindo o cetim para a confecção, mas se me lembro bem, o símbolo da bandeira acabou sendo feito em algodão mesmo. Na noite anterior à independência as costureiras precisavam entregar a bandeira ao presidente e, para isso, tiveram que escondê-la em um saco de pão para poderem passar sem problema pelos militares portugueses.
Como hoje é feriado nacional, não trabalhamos. Aproveitamos o dia para ir ao Belas Shopping com o Agostinho, um amigo do Ariel que já está há quatro anos em Luanda.
A região onde o shopping fica é gira, bem planejada e possui residências muito bonitas. O shopping não é muito grande (comparado com os curitibanos ou paulistas), mas tem lojas muito boas e uma praça de alimentação com bastante opções, de fast food à alta gastronomia. Tem até uma filial do Panela de Barro, o restaurante onde comemos todo dia.
O shopping também tem oito salas de cinema e aproveitamos para assistir Quantum of Solace. Me surpreendi com o filme. Pensei que seria só mais um filme de ação, mas o novo 007 é muito mais que isso: é um filme de ação ininterrupta do começo ao fim. Quando voltar ao Brasil vou tentar assistir todos os filmes da série. E a propósito, achei o cinema muito bom.
E como parece que os livros me perseguem (ou eu a eles), encontrei duas surpresas: um fotógrafo brasileiro lançando um livro sobre Angola e uma “tenda” com dezenas de livros à venda no corredor do shopping. Vários livros me interessaram, mas estou a economizar. Além disso tem o inconveniente de que papel costuma pesar demais e eu já trouxe três livros do Brasil para ler aqui.
Luanda
Chegamos (Ariel e eu) ontem em Luanda, Angola. Tirando o cansaço, tudo está muito bem. Os vôos foram tranquilos e as refeições vegetarianas da South African Airway são boas.
Notei apenas uma queda na qualidade da refeição e do atendimento aos passageiros no vôo da conexão Johannesburg e Luanda. Talvez as dezenas de filipinos, chineses e outros asiáticos que não falavam inglês tenham deixado os funcionários um pouco estressados. De qualquer forma, cliente é cliente e todos deveriam receber o mesmo tipo de tratamento.
Nosso primeiro dia de trabalho já começou há 3 horas. Tivemos falta de luz ao acordar e a luz voltou uns 20 minutos depois. Depois disso a luz “piscou” umas três ou quatro vezes e a água do banheiro resolveu desaparecer. Mas nada disso chega a ser um empecilho, é tudo contornável.
Aliás, contornável também é o trânsito de Luanda. Se você não se meter no meio dos carros e sair “contornando” tudo e todos, demorará horas para chegar ao seu destino. :-)


























